Hip Hop - street culture: my instrument of decolonisation Culture de rue Hip Hop: mon outil de décolonisation Hip Hop cultura de rua: minha ferramenta de descolonização En Fr Pt

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September 24, 2018

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info:eu-repo/semantics/OpenAccess


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culture street decolonization memories hip hop


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Jorge Neto, « Hip Hop - street culture: my instrument of decolonisation », Le serveur TEL (thèses-en-ligne), ID : 10670/1.eqzkg0


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Abstract En Fr Pt

I begin my work by explaining the paths and motivations that led me to research, the methodologies I developed during my work, my theoretical references and my object of study. I briefly discuss the difficulties involved in the research process, and how it has changed over the course of the degree programme. I work through my first chapter entitled "Memórias em blocos", where I discuss my trajectory in hip hop, as well as my participation in the movement. Taking my experiences and actions as a starting point, I try to highlight the important people of the hip hop movement in Acre, thus narrating a bit of the history of Acrean hip hop. I use rap lyrics of my own and by other national and local artists as a device to access my memories. In my second chapter "hip hop cultura de rua" I resort to a literature review in order to discuss issues related to hip hop and to part of its history in Brazil and in the world, relating my reflections with the Fanon's writings and trying to clarify why I believe hip hop to be my instrument of decolonization. Finally, in the third chapter "Tenho algo a te dizer" I seek to analyse my own lyrics, to understand the subject of rap specifically as an instrument that in my view allowed me to start a process of decolonization, or at least to open my eyes to the need to decolonize myself and decolonize my world. I conclude my text with a final remarks section that I called "Revolucionaria sonora forma de pensar", where I describe the results that were achieved after the research and analysis process. I foster discussion in order to better understand such a diverse culture and liberation instrument as hip hop.

commencer mon travail en expliquant les voies et motivations qui m'ont conduit à la recherche, les méthodologies que j'ai développées au cours de mon travail, mes références théoriques et mon objet d'étude. Je discute brièvement des difficultés liées au processus de recherche et de la façon dont il a changé au cours du programme d'études. Je travaille à travers mon premier chapitre intitulé "Memórias en bloco", où je discute de ma trajectoire dans le hip hop, ainsi que de ma participation au mouvement. Prenant mes expériences et mes actions comme point de départ, j'essaie de mettre en évidence les personnes importantes du mouvement hip hop à Acre, racontant ainsi un peu de l'histoire du hip hop Acrean. J'utilise mes propres paroles de rap et celles d'autres artistes nationaux et locaux comme moyen d'accéder à mes souvenirs. Dans mon deuxième chapitre «culture de la rue hip hop», j'ai recours à une revue de littérature afin de discuter des questions liées au hip hop et à une partie de son histoire au Brésil et dans le monde, en reliant mes réflexions avec les écrits de Fanon et en essayant de clarifier pourquoi je pense que le hip hop est mon instrument de décolonisation. Enfin, dans le troisième chapitre "J'ai quelque chose à vous dire", je cherche à analyser mes propres paroles, à comprendre le sujet du rap spécifiquement comme un instrument qui à mon avis m'a permis d'entamer un processus de décolonisation, ou du moins d'ouvrir mon les yeux sur la nécessité de me décoloniser et de décoloniser mon monde. Je termine mon texte par une dernière section de remarques que j'ai intitulée "Mode de pensée sonore révolutionnaire", où je décris les résultats obtenus après le processus de recherche et d'analyse. J'encourage la discussion afin de mieux comprendre un instrument de culture et de libération aussi divers que le hip hop.

Começo minha abordagem explicitando os caminhos e motivações que me levaram a pesquisa, as metodologias desenvolvidas por mim durante o trabalho, meus referenciais teóricos e o meu objeto de estudo. Abordo de maneira sucinta as dificuldades da pesquisa e de como ela se transformou ao longo do curso. O trabalho tem por objetivo fazer uma analise social e histórica do hip hop a partir das minhas memórias e experiências, alem de uma analise comparativa com os escritos de Franz Fanon a cerca da descolonização. Trabalho em meu primeiro capítulo intitulado “Memórias em blocos” um pouco de minha trajetória no hip hop, bem como minha atuação no movimento e a partir das minhas experiências e ações vou tentando evidenciar e destacar pessoas importantes do movimento hip hop no Acre contando assim um pouco da história do hip hop acreano. Utilizo como ferramenta para acesso a minhas memórias letras de rap tanto de minha autoria como de outros artistas nacionais e locais. Em meu segundo capitulo “hip hop cultura de rua” através de uma revisão bibliográfica trago conceitos acerca do hip hop e parte de sua história no Brasil e no mundo, relacionando minhas reflexões com os escritos de Fanon tentando esclarecer do por que julgo o hip hop a minha ferramenta de descolonização. E por fim no terceiro capitulo “Tenho algo a te dizer” busco fazer uma análise de minhas próprias letras, para trabalhar a questão do rap especificamente como a ferramenta que em minha visão me possibilitou um processo, ou ao menos um abrir de olhos para a necessidade de se descolonizar e descolonizar o meu mundo. Finalizo meu texto com minhas conclusões que intitulei de “Revolucionaria sonora forma de pensar” onde descrevo quais os resultados foram alcançados após o processo de pesquisa e analise. Trago aqui uma discussão para buscar entender melhor essa ferramenta e essa cultura tão diversa como é o hip hop

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