“Não se nasce mulher, morre-se” ¹: ecos entre a política do esquecimento na ditadura argentina e na democracia pela perspectiva de gênero

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July 23, 2020

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M.A.P.

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Mariana Rodrigues de Vita, « “Não se nasce mulher, morre-se” ¹: ecos entre a política do esquecimento na ditadura argentina e na democracia pela perspectiva de gênero », M.A.P., ID : 10670/1.6e991m


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Abstract 0

É uma condição quase inescapável ser mulher; definir-se encontra duas vias principais: a antítese, o que não é ser mulher; e o sofrer, violentada e violada apenas por ser mulher. Nos sentimos como Selva Almada, autora do livro Garotas Mortas, que relatou três casos de feminicídio durante o processo de transição democrática argentina, "sentadas de frente para um abismo, esperando que por sorte alguém não nos empurre". Não espere, portanto, um livro  comum de investigação policial com  resoluçõ...

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