ESTÁGIO E ENSINO MÉDIO: COMPLEXIDADES DE UMA RELAÇÃO STAGE AND HIGH SCHOOL: COMPLEXITIES OF A RELATIONSHIP En Fr

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27 novembre 2017

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Rosa Maria Bortolotti et al., « STAGE AND HIGH SCHOOL: COMPLEXITIES OF A RELATIONSHIP », HAL-SHS : sciences de l'éducation, ID : 10670/1.5sj8i4


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Résumé En Pt

Este estudo insere-se no campo das políticas públicas educacionais que orientam as práticas de estágios remunerados para jovens estudantes da etapa do ensino médio (EM). O objetivo é identificar algumas das complexidades produzidas pelo contexto político e prático do exercício de estágios remunerados que realizam alguns estudantes do ensino médio como auxiliares pedagógicos em Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEI). A pesquisa é qualitativa do tipo estudo de caso e a coleta de dados se deu por meio de entrevistas semiestruturadas e da observação participante. Utilizaram-se como referencial teórico os estudos dos autores sobre o tempo da juventude e da infância: Melucci (1996), Pais (2006), Kuhlmann (2000) entre outros. Entende-se que a falta de força de trabalho especializada, na cidade de Santa Maria, para atuar na etapa da Educação Infantil (EI) tem propiciado o contrato de jovens da etapa do EM para serem os auxiliares pedagógicos. Porém, a relação entre estágio, juventude e EI produz questões que devem ser refletidas com criticidade sobre o tipo de formação que ser proporcionar, e que vem sendo proporcionada, tanto para os jovens atuarem no mercado do trabalho, uma vez que eles exercem funções que não coincidem com os seus estudos e vontades pessoais, quanto para as crianças pequenas, que acabam sendo atendidas por jovens que não são formados para trabalhar e desenvolver atividades que estimulem o desenvolvimento infantil.

Este estudo insere-se no campo das políticas públicas educacionais que orientam as práticas de estágios remunerados para jovens estudantes da etapa do ensino médio (EM). O objetivo é identificar algumas das complexidades produzidas pelo contexto político e prático do exercício de estágios remunerados que realizam alguns estudantes do ensino médio como auxiliares pedagógicos em Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEI). A pesquisa é qualitativa do tipo estudo de caso e a coleta de dados se deu por meio de entrevistas semiestruturadas e da observação participante. Utilizaram-se como referencial teórico os estudos dos autores sobre o tempo da juventude e da infância: Melucci (1996), Pais (2006), Kuhlmann (2000) entre outros. Entende-se que a falta de força de trabalho especializada, na cidade de Santa Maria, para atuar na etapa da Educação Infantil (EI) tem propiciado o contrato de jovens da etapa do EM para serem os auxiliares pedagógicos. Porém, a relação entre estágio, juventude e EI produz questões que devem ser refletidas com criticidade sobre o tipo de formação que ser proporcionar, e que vem sendo proporcionada, tanto para os jovens atuarem no mercado do trabalho, uma vez que eles exercem funções que não coincidem com os seus estudos e vontades pessoais, quanto para as crianças pequenas, que acabam sendo atendidas por jovens que não são formados para trabalhar e desenvolver atividades que estimulem o desenvolvimento infantil.

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